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“Você não vai discutir o episódio de que o marido da Lina (ex-Receita) foi ministro da Integração http://tecnicasdigitalmkt99.fitnell.com/14742685/dicas-para-aperfei-oar-o-seu-web-site-e-ampliar-o-n-mero-de-visitas ? http://maisfelizagoranet64.affiliatblogger.com/14712323/o-poder-do-e-commerce-feminino o seu comentário! Na internet é desta maneira: o leitor cobra e pauta o blogueiro, com ponto de exclamação e tudo. Quando não é atendido, trata de descrever a história que não encontrou pela extenso imprensa. Só fui ler alguma coisa sobre o assunto pela edição de sábado da Folha (o depoimento foi dado pela terça-feira), uma nota de só 7 linhas ante o título: “ http://suavidatecnicas26.blog5.net/14872754/assim-vieram-as-amea-as-de-morte : Marido de Lina foi ministro da Integração de Fernando Henrique”. Muito mais infos a respeito de este protagonista o leitor conseguirá encontrar por aqui no Balaio nos comentários enviados neste domingo pelo leitor Simas Mayer e durante a semana por inúmeros outros.


Se não fossem os detalhes a respeito de as relações de Alexandre Firmino de Melo Filho com o consórcio PSDB-DEM, que começaram a pipocar pela web em diferentes websites e blogs (ver mais abaixo), ninguém ficaria sabendo da sua subsistência. Além das suas implicações políticas pela disputa sucessória de 2010, o episódio Lina-Dilma revela a diferença de tratamento dado ao questão pela web e pela velha mídia. “Um direito clima de euforia inconsequente toma conta de setores da blogosfera que imaginam que está em andamento o processo de tomada do poder pelos “democratizadores” da detalhes em razão da constante perda de audiência por fração dos grandes jornais”. Desconheço esse clima de euforia, assim como o processo de tomada de poder pelas outras mídias, no entanto é correto que os grandes jornais estão perdendo circulação, não só no Brasil, mas no mundo inteiro.


Neste instante escrevi nesse lugar mesmo no Balaio que não acho a internet culpada na “perda de audiência dos grandes jornais”, como argumentou Vaia. “A pergunta instigante é esta: que fariam os blogueiros comentadores sem ter o http://trataragoratecnicas6.jigsy.com/entries/general/Blogger-Como-Criar-Um-Menu-Pro-Seu-Site ? Qual é o nome de um web site ou um site que não esteja conectado a uma organização jornalística instituída e que tenha originado uma só detalhes exclusiva e primordial que tenha mexido com a ordem das coisas?


Visto que ele perguntou, respondo: tem, sim. Este Balaio por aqui, tendo como exemplo, um blog que não é ligado a nenhuma corporação jornalística definida e tem publicado entrevistas, reportagens e infos exclusivas nestes 11 meses em que está no ar. Mexer com a ordem das coisas não é meu objetivo, todavia irei ceder 2 exemplos novas de matérias publicadas aqui primeiro.


Pela semana passada, em entrevista exclusiva com Marina Silva, o Balaio antecipou sua decisão de trocar o PT pelo PV e as linhas centrais do discurso da sua provável candidatura à presidência da República. https://www.dailystrength.org/journals/como-digitar-artigos-que-vao-acrescentar-esse-trafego-pra-teu-we menos de um ano, o único funcionário nesse blog prontamente rodou mais pelo nação pra fazer reportagens do que cada outro dos grandes jornais.



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Aécio, Ciro, Dilma e Marina. Por esse site os leitores bem como encontraram informações exclusivas sobre o cotidiano da luta do vice-presidente José Aelncar contra o câncer. Falo por mim, contudo entendo que tem muitos outros colegas pela blogosfera fazendo o mesmo serviço. De acordo com os números do Google, só o Balaio registra 43.500 hiperlinks de sites de todo o país.


Se cada um deles tiver só cinco leitores, agora apresenta a circulação diária do Estadão, tendo como exemplo. O universo da fato mudou, caro Sandro Vaia, só os jornalões ainda não perceberam. Todavia concordamos num ponto do que você escreveu ao término do artigo: “(…) pra sociedades abertas, pluralistas e democráticas, eles (os jornais) ainda são indispensáveis”. Cabe a quem os dirige descobrir o que fazer pra que isso se torne realidade.


Além dos leitores do Balaio, abundantes blogs trataram do papel do marido de Lina Vieira no bate-boca que a envolve com a ministra Dilma Roussef. O companheiro Washington Araújo, do Rio, me chamou a atenção para o que escreveu José Sergio Rocha no website “Quem é vivo a toda a hora aparece” (olhar hiperlink e reprodução abaixo). Esse tipo de comentário, que reproduzo abaixo, você não vai acompanhar em nenhum dos jornais ou agências citados pelo Sandro Vaia em teu postagem como fornecedores únicos de matéria prima para a blogosfera. “Jabuti não sobe em árvore. Se subiu, só se uma pessoa botou.


Quem assistiu no mínimo parte do depoimento da ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, na Comissão de Constituição e Justiça, com transmissão na Tv Senado e Globonews, vai relembrar que um cidadão constantemente sussurrava uns bizus no ouvido da criança. Isto é normal, coisa de assessor. Só que o cara não parava quieto. Essa desejo de apresentar-se a qualquer gasto tem seu valor. No meio de uma pergunta do Mercadante, o assessor lá estava cochichando nas orelhas da Lina.


O bigodudo petista, que prontamente estava meio enfurecido, deu-lhe um esporro, já que estava atrapalhando o serviço da comissão. Porque é, o cara chamou tanta atenção que foram descobrir quem era. Não era assessor coisa alguma. Era o marido da Lina. Até aí, tudo bem. É que nem ao menos um velho anúncio do Gelol: não basta ser marido, precisa participar. Ou melhor, mais um capítulo da novela “Como é sujo o jogo da política”. Foi, então, encenação pura aquele depoimento a respeito um encontro que a depoente teria tido com Dilma Rousseff em uma data que não soube precisar - nem ao menos hora, nem ao menos dia, nem sequer semana e nem sequer mesmo o mês em que ocorreu.



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